
O nosso quarterbak Gustavo Vandoni, durantes suas últimas horas mofando em aeroportos, observou alguns passageiros destacados por atitudes que revelavam desarranjo ou desordem neurológica.
Ou seja: chatos.
Essa capacidade de analise alheia e o tempo livre geraram uma lista de causar inveja a qualquer procrastinador corporativo, escolar ou residencial: 60 passos para ser um mala no avião.
Prestigie.
1. Já no check-in, chegue atrasado e peça para furar a fila.
2. Reclame alto porque o voo está atrasado 20 minutos. Mostre que você defende seus direitos e não tem tempo a perder.
3. Expresse um semblante de executivo preocupado e irritado, mesmo usando boné, mochila, tênis e moleton.
4. Embarque com uma mini-mala para que ninguém entenda como você conseguiu essa façanha.
5. Acessórios como: cinto com fivela de metal, pulseiras, objetos pontiagudos, líquidos, etc devem sempre fazer parte da indumentária.
6. Faça questão de ir tirando um a um no raio-x. Faça aquela máquina apitar quantas vezes for possível.
7. Diga ao funcionário que você porta uma arma, e mostre sua faixa preta de jiu-jitsu.
8. Seja o primeiro a embarcar. Tome a iniciativa de formar a fila bem antes da chamada.
9. Procure sempre sentar-se na janela. Ignore o número que está no seu bilhete. Você foi o primeiro a embarcar, portanto, merece escolher o seu assento.
10. Sente-se na janela, e acomode sua mini-mala no assento ao lado.
11. Recline sua poltrona, esconda o cinto de segurança embaixo da mini-mala.
12. Não desligue o celular em hipótese alguma. Diga que está aguardando uma ligação importantíssima.
13. Quando a comissária passar contando os passageiros, comece contar aleatoriamente em voz alta.
14. Durma profundamente. De preferência, ronque.
15. Ignore os pedidos de atar o cinto e de colocar a poltrona na posição vertical.
16. Ignore os chamados da comissária.
17. Quando ela for te cutucar pra te acordar, dê um grito exasperado e diga: “Não toque em mim!”
18. Recuse-se a mudar para o seu lugar.
19. Volte a dormir profundamente.
20. Quando chegar o dono do assento ao lado, ocupado pela mini-mala chegar, vire-se para a janela e não dê atenção a ele. Ele haverá de ir embora.
21. Quando ele tentar argumentar diga: “I don’t speak spanish”.
22. Deixe que a comissária remova sua mala para o compartimento superior. Ela é paga pra isso.
23. Finja atender o telefone durante a decolagem, e enfatize que tem que desligar senão o avião vai cair.
24. Não acorde quando o lanche passar do seu lado. Faça isso somente quando o carrinho estiver a umas 3 fileiras na sua frente.
25. Grite para chamar a comissária e peça seu lanche. Você está pagando, portanto, é seu direito.
26. Pergunte quais são as opções de lanche.
27. Peça sempre 2. Coma um só.
28. Mostre-se deveras indeciso ao pedir sua bebida. Quando decidir, peça vinho ou whisky.
29. Diga que desiste de bebidas e volte a solicitar atendimento novamente quando o carrinho estiver 2 ou 3 poltronas à frente.
30. Leia jornal enquanto estiver comendo.
31. Decida ir ao banheiro durante a refeição do passageiro ao lado. Repita a operação quantas vezes for possível.
32. Certifique-se de voltar quando o carrinho estiver entre sua poltrona e o banheiro.
33. Mostre-se irritado com isso e peça mais agilidade das comissárias.
34. Quando voltar para sua poltrona, reclame alto.
35. Após acomodar-se novamente, levante-se mais uma vez e pegue seu iPod na mini-mala que está no compartimento superior.
36. Ouça axé no último.
37. Durma profundamente.
38. Deixe os fones caírem displicentemente do seu ouvido.
39. Não se esqueça: o braço da poltrona é uma conquista SUA! Você a merece por ter chegado primeiro.
40. Se houver pessoas conversando na sua frente ou atrás, acorde, peça para falarem mais baixo com uma expressão bastante contrariada.
41. Use mais uma vez o botão para chamar a comissária e reclame.
42. Cante a comissária e mande o seu melhor olhar sedutor.
43. Deixe claro que você é rico e viaja frequentemente de avião, inclusive voos internacionais, e que considera essa companhia a pior de todas.
44. Se o passageiro ao lado quiser dormir, converse. Se quiser conversar, durma.
45. Chame a comissária continuamente e pergunte a ela “que barulho estranho foi esse?” ou “o que é aquilo na asa?”
46. Olhar sedutor novamente. Sempre.
47. No pouso, não perca tempo! Não espere o avião parar. Levante-se imediatamente.
48. Ao protesto da comissária, diga em voz alta que sabe o que está fazendo.
49. Incite os demais passageiros a reclamarem do pouso brusco.
50. Passe por cima do passageiro ao lado e comece a andar até a saída arrastando sua mini-mala.
51. Esqueça seu jornal e volte para buscá-lo.
52. Despeça-se da comissária com 3 beijinhos e entregue a ela o seu cartão da Herbalife.
53. Na esteira de malas, insista para outro passageiro que a mala que ele pegou é sua, e faça-o provar o contrário.
54. Identifique a mala mais pesada da esteira. Peça ajuda para retirá-la e depois diga que se confundiu.
55. Fure a fila dizendo que já viu a sua mala vindo.
56. Confira todas as malas e cause um engarrafamento na esteira.
57. Aperte o botão vermelho de emergência para parar a esteira. Repita a operação quantas vezes possível.
58. Peça ajuda para carregar a pesada caixa que você despachou dizendo que tem problema na coluna.
59. Quando lhe carregarem a caixa, saia correndo pro desembarque, mostrando grande forma física.
60. Por fim, minta pro cara da plaquinha que você é o Sr. Almeida que ele aguarda, deixe-o conduzir seu carrinho até a saída do aeroporto e só então, desminta.
Vídeo: Os Melhores do Mundo

Confesso que eu não entendo picas de cinema, não sei bem o que faz um diretor de fotografia, nem a diferença entre sonoplastia e efeito sonoro. Não entendo a mensagem por trás daqueles enquadramentos atípicos que destacam apenas detalhes da cena. Sei tão pouco de cinema que se você pedisse para citar o nome de cinco grandes diretores, garanto que teria a mesma dificuldade de responder quem inventou o aparelho de eletroencefalograma. É sério! Por isso, sempre me assombro quando alguém me pede para escrever ou falar sobre cinema. Na verdade, sempre me assombro quando me pedem para escrever ou falar sobre qualquer coisa, já que não me considero especialista em nada. Só em preparar cachorro-quente. Modéstia à parte, o molho fica de outro mundo – e imagino que molhos de outros mundos sejam muito bons. A questão é que não sobra uma salsicha sequer para contar história.
Contrariando essa lógica, a FCS - uma agência que eu não canso de admirar – me convidou para escrever sobre algum filme que aborde a publicidade. E como eu jamais negaria um pedido da FCS, resolvi aceitar e despejar um bocado de bobagens sobre a sétima arte neste aconchegante blog corporativo. Quem conhece, sabe que na FCS o termo “corporativo” é beeeeem diferente do habitual. Eles deixam a coisa toda mais “cool” – acho que essa é a palavra certa. Como eu disse: é uma agência que tem toda a minha admiração. Mas a questão é que já cometeram a irresponsabilidade ao pedir que eu escrevesse, e como escrever é um grande passatempo na minha vida, aceitei. Resolvi falar do filme “Se Eu Fosse Você” (2006), estrelado por um publicitário de verdade, cheio de manias, qualidades, defeitos, superstições e esquisitices, enfim, um publicitário em toda a sua essência.

É por isso que a escolha do filme não foi por mero acaso, muito longe disso. Eu queria um filme que pudesse perfeitamente ser rodado dentro da FCS. E meus amigos, não tenham dúvidas que “Se Eu Fosse Você” teria totais condições de ser rodado na FCS. Primeiro, porque o filme apresenta uma agência insuportavelmente criativa, que tem a confiança incondicional dos seus clientes. Você percebe isso na cena de aprovação da campanha da Nova Schin e quando a executiva da marca de lingerie aceita oferecer uma segunda chance para a apresentação de uma nova campanha. Cláudio, personagem vivido por Tony Ramos, exala motivação e dinamismo à sua equipe, e é exatamente como eu vejo os publicitários e publicitárias da FCS.
A comédia romântica de Daniel Filho tem um roteiro leve e bem resolvido. É um filme onde os personagens principais – Cláudio e sua esposa, Helena (Glória Pires) – têm seus corpos trocados, e daí pode-se tirar algumas ótimas reflexões sobre o cotidiano de uma agência de publicidade. Como perceber o quão complexo é compreender a mente do sexo oposto. No filme foi necessário um acontecimento surreal para que a campanha fosse aprovada, e somente essa bizarra troca de personalidades entre Cláudio e Helena tornou possível esse entendimento. Quando eu digo que o roteiro é ótimo é porque no final vemos a campanha da marca de lingerie sendo apresentada por Helena no corpo de Cláudio. Fantástico! Você percebe que um bom publicitário deve, antes de mais nada, conhecer realmente o universo do seu público para só então construir um posicionamento que fale com as pessoas certas. A metáfora do filme é extremamente válida.
Em contrapartida, não gostei da importância que o filme dá aos prêmios no meio publicitário – também não sei bem como é o mercado no Rio de Janeiro – mas tenho uma opinião bem lapidada sobre o assunto. Não acho que os prêmios devam ser venerados a ponto de ter sua importância comparada aos resultados para o cliente. Mesmo que muitos anunciantes ainda optem por agências premiadas, achei que o filme colabora para a construção de um publicitário egocêntrico. De qualquer forma, é um filme que eu recomendo sem pestanejar.
E essas foram as minhas impressões, simples e não muito diretas, como sempre acontece. Teoricamente eu volto para postar mais uma vez aqui no blog da FCS - e não vai ser para passar a receita do cachorro-quente. Isso se eu não for desmascarado até lá. Torçam por mim.
Luciano Marino é publicitário, tem 29 anos e se um considera um típico cinéfilo de araque. Trabalha como Diretor de Criação em uma House Agency e escreve diariamente no blog “Louco, Não. Publicitário.” – site criado em 2006 depois de uma consulta mal sucedida a um psicanalista. É co-autor do blog cuiabano “Na Casa Do Mamãe”, também é craque no pebolim e quando não entende direito a pergunta, responde apenas “42″.

Após o Twitter criar tópicos, links e usuários patrocinados em suas páginas, a rede social de localização Foursquare anunciou nesta quinta-feira (3) a criação dos “locais patrocinados”. O teste oficial será realizado no domingo (6), para os usuários do serviço que fizerem “check-in”, ou seja, que “marquem” que estão no Super Bowl, a grande final do futebol norte-americano.

De acordo com o Techcrunch, o local não será um local real e, sim, algo que todos os usuários que irão assistir ao jogo possam marcar e avisar aos amigos. Dessa forma, o Foursquare espera que o “lugar”, chamado de “Super Bowl Sunday”, esteja no topo da lista dos lugares mais acessados no dia do jogo.
Outro novo elemento adicionado com o local patrocinado são as insígnias especiais. Recebidas quando o usuário consegue realizar algumas “missões”, haverá uma especial para quem publicar no serviço o time que torce no Super Bowl. Estas insígnias darão 20% de desconto nas lojas oficiais da NFL.
Fonte: Globo.com

Dani, Zeca, Fábio e Fran estrelam a nova campanha da Pró Ótica. O quarteto comprova, na própria pele, a importância de uma visão saudável. A visita regular ao oftalmologista garante a saúde dos olhos e o aproveitamento das oportunidades que surgem de baixo do seu nariz.
Basta estar atento. E com os olhos abertos.
Diretor de Criação: Adelino Neto
Criação: Ed Ribeiro / Silene Farina / Adelino Neto / João Abílio
Redator: João Abílio e Adelino Neto
RTVC: Rafael de Carvalho e Taísa Amiden
Produtora: Playmix
Diretor: Hilen Campos e Rafael de Carvalho
Edição: Hilen Campos
Atendimento:Eva Basso
Mídias: Chris Brasil

Minha carreira publicitária começou na FCS, que à época, um não tão longínquo 2002, ainda se chamava Focus Comunicação Estratégica e contava com um número de funcionários que cabia em apenas uma das mãos de uma pessoa não portadora de polidactilia. Cheguei aspirando um lugar na arte, mas foi-me oferecido, ao invés disso, a redação. Mal sabia que estava, sem querer, entrando justamente onde devia. Anos depois, saí da FCS para fazer uma pós no Rio de Janeiro, e por uma dessas coincidências da vida, tornei-me cliente. O que felizmente me permitiu manter o contato com as excelentes cabeças que ainda estão lá. Mas como tudo tem uma parte chata, eis que me pedem um para escrever uma crítica de um filme com publicitário, e de um filme publicitário. Só porque eu escrevo amadoramente críticas de cinema no meu Parada Crítica. Pelo jeito as cabeças da FCS não são mais as mesmas…
Escrever uma crítica de um filme publicitário é algo que nunca tinha me ocorrido, então primeiro pensei em uma peça que tivesse algo de cinematográfico, além do publicitário. A Axe – ou Lynx, na Europa – é uma marca muito bem posicionada. Seu alvo são homens adolescentes ou jovens adultos, a fase em que estamos, invariavalmente, pensando só nas mulheres. Supostamente, os desodorantes da marca nos ajudariam a atingir esse objetivo. Até aí, nada de mais, que outros produtos masculinos não façam. Mas a Axe tem a coragem de se estabelecer como a fragrância dos “pegadores”, aqueles que não se contentam apenas com uma, adeptos do sexo casual e sem compromissos. Já comunicou isso de maneiras que vão do hilário ao grotesto – quem aí se lembra do comercial com o cara que suava como se fosse um hidrante?
Pois em um não tão distante 2004, a Axe colocou no ar, primeiro na Inglaterra, o belo comercial Getting Dressed. À época, a internet ainda tinha um papel diferente na publicidade, sem as mídias sociais tão em voga quanto agora – nem mesmo lá fora. A TV desfrutava dos seus últimos momentos de reinado, e o storytelling apenas começava a ser considerado – apesar de ter sido sempre usado. O filme de um minuto e meio mostra um casal acordando junto – claramente depois de uma noite de sexo – e recolhendo roupas pelo caminho até um supermercado, onde cada um pega o carrinho que abandonou no dia anterior e segue seu caminho, sem compromiso. Nem uma palavra é pronunciada, e nem precisa. Os detalhes que fazem deste um grande comercial são vários.
Os atores foram escolhidos entre os que tem exatamente a aparência que pode ir dos 16 aos 25 anos. Há entre eles um misto de intimidade e estranheza desde a primeira cena, e ao mesmo tempo parace que nada é mais natural na vida deles – nem sair pela cidade seminus recolhendo roupas. A cena final, quando eles se despedem, é de uma sutileza que causa inveja em bons diretores de cinema – aliás, alguém sabe quem dirigiu este? Há uma história muito clara contada naquele minuto e meio, que fala em cheio com os rapazes interessados justamente numa experiência como a mostrada. E tudo isso emoldurado pelo excelente pourpourri Somewhere Over The Rainbow/What A Wonderful World do havaiano Israel Kamakawiwo’ole. O filme conquistou um ouro em Cannes naquele ano – é, não foi grand prix – e ganhou uma versão norte-americana com menos tempo e outra música – que tiraram toda a graça.
Getting Dressed é o tipo de comercial que pode ser veiculado sempre, sem perder a elegância e a coerência e, especialmente, sem deixar de falar com seu público. Além disso, é uma peça cinematográfica bem conceituada e produzida. Nada melhor para um publicitário amante do cinema – e vice-versa.
O que nos leva ao filme com publicitário. O que, do ponto de vista da crítica, foi um pouco mais difícil do que eu imaginava. O mundo da publicidade é rodeado por uma névoa de glamour que costuma atrair muitos estudantes para a profissão. E não ajuda nada o fato de que, quando aparece em produções de cinema e TV, é exatamente este mundo glamourizado que é visto. Grandes agências são, de fato, um mundo à parte que se aproxima, para um aspirante a publicitário, a entrar na fábrica de chocolates Wonka para uma criança. Claro que a realidade dificilmente se aproxima disso. Mas, se aproximasse, para que precisaríamos do cinema?
E, se cinema é fuga, comédias românticas são os contos de fadas. Comédias românticas estão para o cinema como os anúncios de cartela estão para a publicidade. Podem não ter a profundidade e simbologia de produções mais, por assim dizer, importantes, mas costumam funcionar bem, e podem ser temperadas até que se tornem uma peça realmente memorável. Nos últimos anos, Nancy Meyers tem sido responsável por levar algumas comédias românticas muito bem temperadas às telonas, das quais as melhores são o já clássico Alguém Tem Que Ceder, e o tópico desta crítica, Do Que As Mulheres Gostam. O mote, como sempre, é bem simples: um importante e machista publicitário sofre um acidente doméstico e passa a ouvir o que as mulheres pensam.
A habilidade de Meyers em misturar os elementos da trama, e tornar galã o vilão inicial, é notável. Claro que o fato de o personagem principal ser interpretado por Mel Gibson, em um de seus melhores papéis cômicos, ajuda muito. Para os publicitários, porém, o interesse maior está no ambiente principal da trama, a criação de uma campanha para a divisão feminina da Nike. Campanha excelente, aliás, daquelas que unem a simplicidade que só se consegue com muito trabalho – que é mostrado, inclusive, numa das cenas mais interessantes para nós, o brainstorm entre Gibson e Helen Hunt, no momento em que eles chegam ao conceito final. Isso, misturado à fórmula rapaz-conhece-garota-se-apaixonam-algo-dá-errado-mas-depois-dá-certo, faz deste filme perfeito para publicitários assistirem com as namoradas/esposas.
Curiosidade de ocasião: numa interessante inversão de papéis, este filme vai ganhar uma refilmagem chinesa este ano.
Tiago Mota é carioca, publicitário, homem de voz grossa, amante de cinema, shopping center e doce de caju. Não necessariamente nessa ordem. Ele escreve no Parada Crítica.
Um novo ano se aproxima. É hora de nos sensibilizarmos com o clima natalino, rever tudo o que foi feito nos últimos meses, traçar metas para o futuro e, claro, selecionar os vídeos mais marcantes de 2010. Todo site, portal ou blog tem sua lista de melhores. Não é diferente por aqui. Selecionamos os vídeos – virais ou não – mais tocados nas salas da FCS em 2010. Vamos a eles.
Um clássico da FCS é Jonas, o Motoqueiro. A saga do pobre rapaz e sua três dezenas de cilindradas foi exibida até em reuniões com clientes. Porém, o nosso destaque não é a vítima, mas sim o cinegrafista. O anônimo, além de uma risada marcante, proporcionou o bordão oficial da FCS: “Não sei se pegou. Mas se pega… Uhum, tá filmando, doidão.”
Bordão esse que ganhou variações como “não sei se brifou”; “não sei se aprovou” e “não sei se mandou aumentar a logo”.
Um singelo fã da Madonna decidiu gravar sua própria dublagem para Frozen. Mal sabia ele que essa versão ficaria mais conhecida que a original. Pelo menos por aqui, quando ouvimos Frozen mandamos um “Está congeladuuuuu…”.
Verdade que não é um vídeo de 2010, mas trata-se de um hour concurs em listas de mais homenageados na agência. É tipo o Clóvis Bornay dos vídeos toscos.
Surgiu como uma sugestão do Haznos. Logo tornou-se uma febre. O Samba Na Casa do Gato é hoje uma das músicas mais tocadas nos elevadores do complexo FCS. Ganhou fãs até no Canadá, onde nosso SEO Gustavo Vandoni não sai de casa sem o CD com essa obra prima da Música Popular Brasil.
O único problema é o leão, que, você sabe, não é capaz de tirar o pião do chão.
O segundo colocado é uma prata da casa. Edinaldo Ribeiro, o Michael Winslow do Cerrado, é capaz de fazer milagres com a boca.
Calma, João. Não é o que você está pensado. Ed, o nosso Ed, é um talento incompreendido. Observe a ousadia e perspicácia do garoto no vídeo.
Algumas rotinas fazem do nosso ambiente de trabalho um local incômodo. Contudo, existem tradições que não podem ser perdidas. E uma delas é a música da alforria. A trilha sonora dos dias melhores. O momento áureo de um relógio que aponta a chegada do final de semana. É assim aqui e deveria ser em todos os ambientes corporativos.
Bastou o relógio apontar 17h55 de sexta-feira para o grande George Michael entoar nos corredores. A música é sempre a mesma: Careless Whisper. E lendas cercam essa tradição éfeceéssiana. Pena que não recordo de nenhuma agora.
Fechamos 2010 com saldo positivo. Jogamos bola, fizemos festas e um campeonato de Street Fighter. Assistimos e choramos juntos com eliminação na Copa do Mundo. Brigamos, cantamos, dançamos e perdemos pen drives. Rimos e comemoramos com o crescimento da agência, a chegada de novos clientes e, especialmente, a alegria de nossos funcionários.
Mantivemos em 2010, e desejamos fortalecer em 2011, a principal característica da FCS: o bom relacionamento entre seus colaboradores. Acreditamos na qualidade de um ambiente bem humorado, leve e, especialmente, que possibilite liberdade de criação. Fazemos nosso trabalho pensando não somente em mudar o mundo. Mas sim fazendo com que mais pessoas acreditem que isso é possível.
Feliz e Bem Pensado 2011.
FCS – Feliz 2011 from FCS Bem Pensado on Vimeo.
A FCS Bem Pensado foi a vencedora do 2º Prêmio Mídia-Bus de Criação. O evento incentiva a criatividade nas propagandas de ônibus das praças de Natal (RN), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Salvador (BA). A campanha Em Tempos Assim levou o prêmio de melhor peça institucional veiculada em Salvador (BA).
Relembre a peça vencedora:
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