
Cara, seja muito bem-vindo a esse planeta. Tem muito barulho, muita gente, muita informação, bem diferente da tranquilidade da sua antiga casa, mas você é esperto, vai descobrir logo o que é bom e o que faz bem.
Tem muitos sorrisos e colos esperando por você. Apesar do calor, você vai gostar daqui, tem muito sol. Isso quer dizer que você vai poder brincar bastante na água, não vai precisar de muitas roupas, enfim, vai se sentir mais livre (Só não esqueça do filtro solar, toda mãe implica com isso).
Outra coisa importante a dizer é que você nasceu em uma família grande, mas grande mesmo. Além dos parentes de verdade (fica ligado, avô e avó são sempre os mais “gente boa“ da turma), você tem um bando de tios e tias postiços, um pessoal meio estranho mas cheio de personalidade, com quem daqui a algum tempo você vai poder trocar altas ideias sobre videogame, anime, mangá, quadrinhos, música, cinema, internet…
Desde o dia em que seu pai chegou ao trabalho e deu a notícia, meio sem jeito, todo mundo passou a acompanhar seu crescimento. Cada vez que sua mãe postava uma foto da barriga, cada vez maior e mais bonita, era aquela enxurrada de comentários no Twitter e Facebook (acostume-se a essas duas palavras, vão fazer parte do seu vocabulário logo, logo).
Você escolheu bem, seus pais são muito legais. Pessoas felizes, que cuidaram de cada detalhe da sua chegada com muito amor. Aliás, amor é algo que não vai faltar a você.
Seu pai é um capítulo à parte. Um cara transparente, criativo, generoso, com um senso de humor bem peculiar, com quem você vai poder contar sempre. Vocês serão grandes amigos, parceiros mesmo. Vão aprender muito um com o outro.
Só não abuse da paciência dele, nem faça as tarefas da escola de qualquer jeito. Ele pode se confundir e acabar reprovando um layout ou texto seu. Brincadeira, tudo o que você fizer será perfeito aos olhos dele.
Durante os últimos nove meses, ele foi se preparando para você. Mesmo que não admita, entrou de cabeça no universo da paternidade. Ficou “grávido“ junto com sua mãe. Até desejo por chocolate ele teve!
Acho que pensando no que você iria achar dele, cortou o cabelo, mudou o modelo dos óculos, foi ficando mais sensível, mais pai…
Até mesmo quem achava que ele iria manter a pose de durão se emocionou com a primeira foto de vocês, que já viralizou entre os amigos. Pode reparar, seu pai está com aquela cara de quem chorou pra caramba. É assim mesmo, o amor por um filho é incondicional, um job difícil e emocionante, uma porrada no peito, ainda mais se vier sob a forma de um pequeno com nome de herói. Heitor.
Severino Neto, Diretor de Criação e pai

Esta semana recebi do Severino Neto, nosso Diretor de Criação, a missão de escrever aqui no blog sobre minha relação com a Publicidade e a Gastronomia. Confesso que é difícil colocar isso em palavras. E se pudesse falar, ficaria falando sobre isso por horas e horas… Como isso não é possível, aqui vai uma singela contribuição de uma publicitária (não-redatora, deixemos isso claro) e cozinheira nas horas vagas.
Me apaixonei pelas panelas ainda menina, paixão que me acompanha até hoje, a qual resolvi dedicar mais tempo há alguns anos, quando decidi fazer o curso de Gastronomia. Foi aí que descobri todo o trabalho, estudo, técnica e dedicação que envolvem a profissão de chef de cozinha, profissão essa que, assim como a de publicitário há não muito tempo atrás, está passando por um processo de ‘glamourização’ com o advento dos chefs-celebridade, seus programas de TV e milhares de livros de culinária. Lógico que antes disso acontecer, muitos já lavaram pilhas de pratos e queimaram as mãos em panelas quentes, “ralaram” como quase todo publicitário.

Publicidade e Gastronomia dividem boas similaridades. Por exemplo, o processo criativo e o planejamento publicitário não são tão diferentes do desenvolvimento da receita de um prato. Em ambos, é preciso pesquisar o público, mercado, influências e referências diversas, testar combinações de cores e texturas para que, no fim, tudo faça sentido e o ‘layout’ fique harmonioso. Envolve, além de técnica e estudo, muita sensibilidade para despertar os sentidos e emoções.
Minha aventura no universo da Gastronomia, mesmo que a cozinha não passe hoje de um hobby de final de semana, só veio enriquecer e complementar meu trabalho como publicitária. E vice-versa.

Aí quando surge a oportunidade desses dois mundos se encontrarem, como nos anúncios de Gastronomia da UNIC, dou um jeitinho de meter a colher.
Juliene Tsutsumi é Planner na FCS, apaixonada por cozinha e por outras coisas que… preferimos não comentar.

O embate entre os sexos ainda parece longe de terminar, apesar de toda a predisposição das partes para um entendimento.
Primeiro lugar nos trending topics do comportamento humano, o assunto ganha mais espaço, principalmente o virtual, em uma discussão múltipla, ampla e complexa.
Homens cuidam da casa e dos filhos. Mulheres assumem a direção de máquinas pesadas e nações. Homens choram com uma cena emocionante. Mulheres gostam de relacionamentos sem compromisso. Homens (e mulheres) sentem. Mulheres (e homens) pensam.
E não há nada de estranho ou fora da ordem.
Por isso, é cada vez mais complicada para alguns a tarefa de catalogar em suas cabecinhas o que seriam as “coisas de menina“ e os “assuntos de homem“.
A diferença que faz a presença de um segundo X ou de um Y no código genético continua sendo altamente inspirador para os variados campos do conhecimento, inclusive a publicidade.

O que bem poucos ainda perceberam é que não existem respostas fechadas ou verdades absolutas sobre este tema. E também que não é preciso entender como o outro funciona, como um aparelho que vem com manual de instruções.
Porque não cabem generalizações no que é pessoal. Cada corpo responde de uma forma específica a um toque específico, reage de uma maneira diferente a um estímulo diferente.
Então, não há esperança de uma convivência pacífica, em um mundo onde calcinhas no box do banheiro e tampas do assento sanitário levantadas simplesmente coexistam, onde não existam mais conflitos pela posse do controle remoto ou pela escolha do lado da cama? Há.

Talvez o segredo seja tão somente algo que nos falta na maior parte do tempo, independente de gênero: a empatia.
Nunca é simples. Não é fácil ver o mundo pelos olhos do outro, ainda mais sem julgar nem fazer malabarismos mentais para descobrir quais motivos o levam a ser e agir assim.
Talvez baste apreciar a beleza imperfeita que o par personifica, com (e não apesar de) todas as manias e características que fazem desta pessoa alguém especial entre bilhões.
Fazer com que o masculino que há em um ame o feminino que há no outro. E vice-versa.

Hana Pesut é uma fotógrafa canadense. Inspirado pelo cotidiano, seu trabalho destaca-se pela sensibilidade em registrar o comum de forma inusitada.
O projeto “Switcheroo“ propõe uma mudança de papéis entre casais, clicados em suas próprias roupas e novamente, nas poses originais, após a troca de figurino.
O que poderia ser grotesco ou ridículo mostra, de forma bem-humorada, como é difícil se colocar na pele do outro.
http://sincerelyhana.com/projects/switcheroo/
Conheça mais sobre Hana aqui:
http://sincerelyhana.com

Vai começar a temporada do esporte favorito de milhares de brasileiros: acompanhar a vida dos 12 confinados no BBB 12. Seus porres, alegrias, tristezas, pitís e possíveis romances, enfim, tudo o que se relaciona às atitudes dessas pessoas será tema das conversas durante o cafezinho, assunto de mesa de bar e discussões nas redes sociais.
É da vida deles que vamos falar agora
Veremos os participantes nos TT`s do Twitter e naqueles memes de Facebook, “se você acha fulana do BBB uma vaca, compartilhe”. Não temos como escapar, esquivar ou fingir que eles não existem. Mesmo que você deteste, uma hora vai acabar caindo em uma conversa sobre o Big Brother, seja sobre a bunda de uma das participantes ou uma discussão filosófica sobre as teses do Grande Irmão, aquilo que você viu na faculdade.
O fato é que a população gosta, a Globo investe, a mídia consome e as empresas injetam grandes verbas para aparecer no programa. E não tenham aquela falsa impressão de que o programa está em decadência, desgastado, com baixa audiência, onde ninguém mais quer patrocinar. O BBB ainda dá caldo sim e os gerentes de marketing ainda sonham em ter suas marcas e produtos fazendo parte do programa.
Se você quiser uma desculpa para quando perguntarem por que você sabe tanto sobre BBB, pode dizer que acompanha o programa com um olhar profissional, analisando os cases de marketing, como as marcas estão trabalhando, o que é sucesso e o que é fracasso, porque para isso o BBB é perfeito. Não há como negar.

Desde o final de 2011 (parece distante quando se diz assim, não?), notícias sobre animais vítimas de crueldade vêm ganhando espaço na mídia. Sobre isso, há duas possibilidades,completamente opostas: ou o ser humano está realmente mais negligente e cruel, ou mais sensível ao sofrimento daqueles que não podem se defender sozinhos. Preferimos acreditar na segunda opção. E por favor, vamos evitar aquele tipo de polêmica inútil e sem resposta, “por que defender animais quando há tantas crianças precisando de ajuda?“. Simplesmente ajude, da forma e a quem você julgar que mereça. Mas lembre-se: todo ato de violência, contra qualquer forma de vida, é um ato criminoso. E como tal, deve ser punido.O fato é que humanos e animais, especialmente cães, têm muito mais em comum do que podemos supor.Somos igualmente capazes de gestos de lealdade e afeto desinteressado, ainda que os cães exercitem melhor essa capacidade. Apreciamos, nós e nossos amigos de quatro patas, a segurança e o aconchego de um lar, o carinho que acompanha as refeições, o gole de água fresca para amenizar o calor. Também precisamos de um afago para afastar a dor, a ansiedade e o medo. Como eles, somos cheios de manias. Não mastigamos chinelos, mas encontramos outras formas de chamar a atenção, preferindo, por vezes, a reprovação à indiferença. Também estocamos comida e outras coisas que nunca mais vamos encontrar ou das quais vamos precisar. Reagimos a estímulos. Competimos e marcamos nosso território (ainda bem que não urinando, seria um tanto “deselegante”). Nós e eles sabemos brincar. E gostamos de fazer isso juntos. E o mais importante: somos, em igual intensidade, fãs dos aromas, paisagens, do vento batendo no rosto-focinho. Da sensação indescritível de liberdade que só um passeio de carro em dia de sol, de janelas abertas, pode oferecer.
Se você curtiu o texto e está disposto a experimentar a relação de amor incondicional que só nossos amigos bichos sabem construir, procure uma entidade de proteção animal e seja o tutor de um cãozinho (ou gatinho) abandonado. Não compre, retire um animal das ruas e o leve para sua vida. Nós conhecemos e gostamos do trabalho da Associação Voz Animal – AVA-MT.
Acesse: www.avamt.org.br ou http://www.facebook.com/profile.php?id=100002412438941

Alguns nem sabem que tem, outros despejam litros e litros sem se incomodar. Artifício de conquista ou apenas um fraquejo na postura de macho alfa. Independente do que falam e pensam sobre esse fenômeno, ele existe. E quando manifestado de forma espontânea, nem de longe abala a sua masculinidade. É, chorar faz parte de nós.
Às vezes nos deparamos com situações impossíveis de se conter aquela lágrima solitária que escorre pelo canto do olho. Isso geralmente acontece quando, despretensiosamente, você decide assistir a um filme com a sua namorada. Logo no começo do filme você pergunta pra ela qual a história. Resumidamente e com pressa para não perder os instantes iniciais do filme, ela te conta, e você, sem saber o que o final te reserva, nem dá importância.
O filme desenrola e logo aparece aquele que será o motivo da sua dor de cabeça: o cachorro. Toda história que tem um cachorro, gato, peixe, ou até um robô em forma de caixa são potenciais formadores de lágrimas acidentais e desconcertantes.Você tenta disfarçar. Levanta do sofá e busca uma cerveja para recobrar a consciência. Volta para oferecer à sua mulher um ombro amigo na do berreiro. O filme vai chegando ao seu final e você, que até pouco tempo ainda estava no controle, se vê tenso, segurando o semblante e evitando falar qualquer coisa para não denunciar que a sua voz já está embargada.
Aí vem o final do filme e o diabo do cachorro morre. A mulher, como esperado, ensopa a blusa, chora tanto que até soluça. Nessa altura dos fatos, sua voz nem sai mais, seus olhos já estão vermelhos e mareados. Quando sua mulher se recompõem do chororô, olha pra você e solta aquele indefectível:
- Nossa, amor. Tá chorando?!
Você levanta puto de raiva, indignado e com o rosto levemente molhado. Retruca:
- Também, porque o veado desse cachorro tinha que morrer?! Caralho!
Chorar às vezes, e bem às vezes, é bom. Mostra para as mulheres que não somos tão ogros quanto elas pensam. E que perdido dentro de nós existe um lado sensível. Fora isso, chorar só quando o seu time é Campeão do Mundo depois de 10 anos, quando é rebaixado ou quando você compra um carro esportivo.
E olhe lá.


O nosso quarterbak Gustavo Vandoni, durantes suas últimas horas mofando em aeroportos, observou alguns passageiros destacados por atitudes que revelavam desarranjo ou desordem neurológica.
Ou seja: chatos.
Essa capacidade de analise alheia e o tempo livre geraram uma lista de causar inveja a qualquer procrastinador corporativo, escolar ou residencial: 60 passos para ser um mala no avião.
Prestigie.
1. Já no check-in, chegue atrasado e peça para furar a fila.
2. Reclame alto porque o voo está atrasado 20 minutos. Mostre que você defende seus direitos e não tem tempo a perder.
3. Expresse um semblante de executivo preocupado e irritado, mesmo usando boné, mochila, tênis e moleton.
4. Embarque com uma mini-mala para que ninguém entenda como você conseguiu essa façanha.
5. Acessórios como: cinto com fivela de metal, pulseiras, objetos pontiagudos, líquidos, etc devem sempre fazer parte da indumentária.
6. Faça questão de ir tirando um a um no raio-x. Faça aquela máquina apitar quantas vezes for possível.
7. Diga ao funcionário que você porta uma arma, e mostre sua faixa preta de jiu-jitsu.
8. Seja o primeiro a embarcar. Tome a iniciativa de formar a fila bem antes da chamada.
9. Procure sempre sentar-se na janela. Ignore o número que está no seu bilhete. Você foi o primeiro a embarcar, portanto, merece escolher o seu assento.
10. Sente-se na janela, e acomode sua mini-mala no assento ao lado.
11. Recline sua poltrona, esconda o cinto de segurança embaixo da mini-mala.
12. Não desligue o celular em hipótese alguma. Diga que está aguardando uma ligação importantíssima.
13. Quando a comissária passar contando os passageiros, comece contar aleatoriamente em voz alta.
14. Durma profundamente. De preferência, ronque.
15. Ignore os pedidos de atar o cinto e de colocar a poltrona na posição vertical.
16. Ignore os chamados da comissária.
17. Quando ela for te cutucar pra te acordar, dê um grito exasperado e diga: “Não toque em mim!”
18. Recuse-se a mudar para o seu lugar.
19. Volte a dormir profundamente.
20. Quando chegar o dono do assento ao lado, ocupado pela mini-mala chegar, vire-se para a janela e não dê atenção a ele. Ele haverá de ir embora.
21. Quando ele tentar argumentar diga: “I don’t speak spanish”.
22. Deixe que a comissária remova sua mala para o compartimento superior. Ela é paga pra isso.
23. Finja atender o telefone durante a decolagem, e enfatize que tem que desligar senão o avião vai cair.
24. Não acorde quando o lanche passar do seu lado. Faça isso somente quando o carrinho estiver a umas 3 fileiras na sua frente.
25. Grite para chamar a comissária e peça seu lanche. Você está pagando, portanto, é seu direito.
26. Pergunte quais são as opções de lanche.
27. Peça sempre 2. Coma um só.
28. Mostre-se deveras indeciso ao pedir sua bebida. Quando decidir, peça vinho ou whisky.
29. Diga que desiste de bebidas e volte a solicitar atendimento novamente quando o carrinho estiver 2 ou 3 poltronas à frente.
30. Leia jornal enquanto estiver comendo.
31. Decida ir ao banheiro durante a refeição do passageiro ao lado. Repita a operação quantas vezes for possível.
32. Certifique-se de voltar quando o carrinho estiver entre sua poltrona e o banheiro.
33. Mostre-se irritado com isso e peça mais agilidade das comissárias.
34. Quando voltar para sua poltrona, reclame alto.
35. Após acomodar-se novamente, levante-se mais uma vez e pegue seu iPod na mini-mala que está no compartimento superior.
36. Ouça axé no último.
37. Durma profundamente.
38. Deixe os fones caírem displicentemente do seu ouvido.
39. Não se esqueça: o braço da poltrona é uma conquista SUA! Você a merece por ter chegado primeiro.
40. Se houver pessoas conversando na sua frente ou atrás, acorde, peça para falarem mais baixo com uma expressão bastante contrariada.
41. Use mais uma vez o botão para chamar a comissária e reclame.
42. Cante a comissária e mande o seu melhor olhar sedutor.
43. Deixe claro que você é rico e viaja frequentemente de avião, inclusive voos internacionais, e que considera essa companhia a pior de todas.
44. Se o passageiro ao lado quiser dormir, converse. Se quiser conversar, durma.
45. Chame a comissária continuamente e pergunte a ela “que barulho estranho foi esse?” ou “o que é aquilo na asa?”
46. Olhar sedutor novamente. Sempre.
47. No pouso, não perca tempo! Não espere o avião parar. Levante-se imediatamente.
48. Ao protesto da comissária, diga em voz alta que sabe o que está fazendo.
49. Incite os demais passageiros a reclamarem do pouso brusco.
50. Passe por cima do passageiro ao lado e comece a andar até a saída arrastando sua mini-mala.
51. Esqueça seu jornal e volte para buscá-lo.
52. Despeça-se da comissária com 3 beijinhos e entregue a ela o seu cartão da Herbalife.
53. Na esteira de malas, insista para outro passageiro que a mala que ele pegou é sua, e faça-o provar o contrário.
54. Identifique a mala mais pesada da esteira. Peça ajuda para retirá-la e depois diga que se confundiu.
55. Fure a fila dizendo que já viu a sua mala vindo.
56. Confira todas as malas e cause um engarrafamento na esteira.
57. Aperte o botão vermelho de emergência para parar a esteira. Repita a operação quantas vezes possível.
58. Peça ajuda para carregar a pesada caixa que você despachou dizendo que tem problema na coluna.
59. Quando lhe carregarem a caixa, saia correndo pro desembarque, mostrando grande forma física.
60. Por fim, minta pro cara da plaquinha que você é o Sr. Almeida que ele aguarda, deixe-o conduzir seu carrinho até a saída do aeroporto e só então, desminta.
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