Arte

Sua casa está pegando fogo. O que você salva?

23/01/12

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Postado por FCS

Se um belo dia você acordasse e sua casa estivesse completamente em chamas, o que você salvaria do fogo? Fotos de família, documentos, sua coleção de HQ, sua carteira…

Michel Morin levando na mala do pai seus pertences antes de tudo queimar!

Pode parecer bobagem, mas essa resposta pode dizer muito sobre sua personalidade.
Diariamente, o projeto The Burning House entrevista pessoas ao redor do mundo e clica os objetos selecionados por elas. Do notebook ao vidro de esmalte, do cãozinho de estimação aos óculos 3D, as escolhas são sempre interessantes, engraçadas e, muitas vezes, surpreendentes.

Jimi não deixaria pra trás seus gadgets e um poster da Kate Perry!

Confira mais trabalhos dos caras aqui.
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Nos embalos da Sexta 13

13/01/12

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Postado por Calixto Neto

Fala a verdade, hoje você passou longe de escadas, chutou um gato preto antes que ele cruzasse na sua frente e tomou banho de sal grosso, certo? Se você não fez, alguém fez, afinal hoje é Sexta-Feira 13.

Para os “Zagallos” da vida, 13 é um número de sorte, mas a maioria ainda acha que dá azar. Não sei como, já que hoje antes de ser 13, É SEXTA, mas enfim.

Para comemorar ou espantar de vez a urucubaca, a galera da criação elencou algumas músicas que tem a cara deste dia atípico, polêmico e emblemático.

Aproveitem.

O problema é sobreviver ao @SeverinoNeto_

Musica de menininha da @Mythologika

O @dannielzoio entrou no espirito da coisa

@dvdvecna estourando tudo

@dhiegofeitosa mexendo com sangue

@rafabraguini o Zen da sexta 13

@Rafagel no melhor estilo @Rafagel

O old school @Calixtobn

Se de dia a sexta 13 já rendeu, imagina a noite.

Good Luck.

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Crônicas

Se eu fosse você, você seria tão interessante assim?

11/01/12

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Postado por FCS

O embate entre os sexos ainda parece longe de terminar, apesar de toda a predisposição das partes para um entendimento.

Primeiro lugar nos trending topics do comportamento humano, o assunto ganha mais espaço, principalmente o virtual, em uma discussão múltipla, ampla e complexa.
Homens cuidam da casa e dos filhos. Mulheres assumem a direção de máquinas pesadas e nações. Homens choram com uma cena emocionante. Mulheres gostam de relacionamentos sem compromisso. Homens (e mulheres) sentem. Mulheres (e homens) pensam.
E não há nada de estranho ou fora da ordem.
Por isso, é cada vez mais complicada para alguns a tarefa de catalogar em suas cabecinhas o que seriam as “coisas de menina“ e os “assuntos de homem“.
A diferença que faz a presença de um segundo X ou de um Y no código genético continua sendo altamente inspirador para os variados campos do conhecimento, inclusive a publicidade.

O que bem poucos ainda perceberam é que não existem respostas fechadas ou verdades absolutas sobre este tema. E também que não é preciso entender como o outro funciona, como um aparelho que vem com manual de instruções.
Porque não cabem generalizações no que é pessoal. Cada corpo responde de uma forma específica a um toque específico, reage de uma maneira diferente a um estímulo diferente.
Então, não há esperança de uma convivência pacífica, em um mundo onde calcinhas no box do banheiro e tampas do assento sanitário levantadas simplesmente coexistam, onde não existam mais conflitos pela posse do controle remoto ou pela escolha do lado da cama? Há.

Talvez o segredo seja tão somente algo que nos falta na maior parte do tempo, independente de gênero: a empatia.
Nunca é simples. Não é fácil ver o mundo pelos olhos do outro, ainda mais sem julgar nem fazer malabarismos mentais para descobrir quais motivos o levam a ser e agir assim.
Talvez baste apreciar a beleza imperfeita que o par personifica, com (e não apesar de) todas as manias e características que fazem desta pessoa alguém especial entre bilhões.
Fazer com que o masculino que há em um ame o feminino que há no outro. E vice-versa.

Hana Pesut é uma fotógrafa canadense. Inspirado pelo cotidiano, seu trabalho destaca-se pela sensibilidade em registrar o comum de forma inusitada.
O projeto “Switcheroo“ propõe uma mudança de papéis entre casais, clicados em suas próprias roupas e novamente, nas poses originais, após a troca de figurino.
O que poderia ser grotesco ou ridículo mostra, de forma bem-humorada, como é difícil se colocar na pele do outro.

http://sincerelyhana.com/projects/switcheroo/

Conheça mais sobre Hana aqui:
http://sincerelyhana.com

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Crônicas

Vá cuidar da vida… Dos outros.

06/01/12

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Postado por Calixto Neto

Vai começar a temporada do esporte favorito de milhares de brasileiros: acompanhar a vida dos 12 confinados no BBB 12. Seus porres, alegrias, tristezas, pitís e possíveis romances, enfim, tudo o que se relaciona às atitudes dessas pessoas será tema das conversas durante o cafezinho, assunto de mesa de bar e discussões nas redes sociais.

É da vida deles que vamos falar agora

Veremos os participantes nos TT`s do Twitter e naqueles memes de Facebook, “se você acha fulana do BBB uma vaca, compartilhe”. Não temos como escapar, esquivar ou fingir que eles não existem. Mesmo que você deteste, uma hora vai acabar caindo em uma conversa sobre o Big Brother, seja sobre a bunda de uma das participantes ou uma discussão filosófica sobre as teses do Grande Irmão, aquilo que você viu na faculdade.

O fato é que a população gosta, a Globo investe, a mídia consome e as empresas injetam grandes verbas para aparecer no programa. E não tenham aquela falsa impressão de que o programa está em decadência, desgastado, com baixa audiência, onde ninguém mais quer patrocinar. O BBB ainda dá caldo sim e os gerentes de marketing ainda sonham em ter suas marcas e produtos fazendo parte do programa.

Se você quiser uma desculpa para quando perguntarem por que você sabe tanto sobre BBB, pode dizer que acompanha o programa com um olhar profissional, analisando os cases de marketing, como as marcas estão trabalhando, o que é sucesso e o que é fracasso, porque para isso o BBB é perfeito. Não há como negar.

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Crônicas

Humano, demasiado canino

04/01/12

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Postado por FCS

Desde o final de 2011 (parece distante quando se diz assim, não?), notícias sobre animais vítimas de crueldade vêm ganhando espaço na mídia. Sobre isso, há duas possibilidades,completamente opostas: ou o ser humano está realmente mais negligente e cruel, ou mais sensível ao sofrimento daqueles que não podem se defender sozinhos. Preferimos acreditar na segunda opção. E por favor, vamos evitar aquele tipo de polêmica inútil e sem resposta, “por que defender animais quando há tantas crianças precisando de ajuda?“. Simplesmente ajude, da forma e a quem você julgar que mereça. Mas lembre-se: todo ato de violência, contra qualquer forma de vida, é um ato criminoso. E como tal, deve ser punido.O fato é que humanos e animais, especialmente cães, têm muito mais em comum do que podemos supor.Somos igualmente capazes de gestos de lealdade e afeto desinteressado, ainda que os cães exercitem melhor essa capacidade. Apreciamos, nós e nossos amigos de quatro patas, a segurança e o aconchego de um lar, o carinho que acompanha as refeições, o gole de água fresca para amenizar o calor. Também precisamos de um afago para afastar a dor, a ansiedade e o medo. Como eles, somos cheios de manias. Não mastigamos chinelos, mas encontramos outras formas de chamar a atenção, preferindo, por vezes, a reprovação à indiferença. Também estocamos comida e outras coisas que nunca mais vamos encontrar ou das quais vamos precisar. Reagimos a estímulos. Competimos e marcamos nosso território (ainda bem que não urinando, seria um tanto “deselegante”). Nós e eles sabemos brincar. E gostamos de fazer isso juntos. E o mais importante: somos, em igual intensidade, fãs dos aromas, paisagens, do vento batendo no rosto-focinho. Da sensação indescritível de liberdade que só um passeio de carro em dia de sol, de janelas abertas, pode oferecer.

Se você curtiu o texto e está disposto a experimentar a relação de amor incondicional que só nossos amigos bichos sabem construir, procure uma entidade de proteção animal e seja o tutor de um cãozinho (ou gatinho) abandonado. Não compre, retire um animal das ruas e o leve para sua vida. Nós conhecemos e gostamos do trabalho da Associação Voz Animal – AVA-MT.
Acesse: www.avamt.org.br ou http://www.facebook.com/profile.php?id=100002412438941

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Contribuição

Disney e Dalí, unidos pelo Destino

03/01/12

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Postado por FCS


Na década de 40, os Estúdios Disney atravessavam uma grave crise financeira, que teve início com o fracasso de “Fantasia“ nas bilheterias.
Com o início da Segunda Guerra Mundial, os estúdios foram tomados pelo exército e Disney acabou forçado a produzir cartoons para treinar as tropas, além de criar designs cômicos para insígnias da aeronáutica.
Como forma de recuperar o prestígio e a saúde financeira de seus empreendimentos, Walt decidiu realizar pacotes de curtas-metragens, convidando grandes nomes entre artistas e autores para participarem do projeto. “A bilheteria seguirá a qualidade“, afirmava aos seus executivos.

“A animação realça a arte; suas possibilidades são infinitas.” – Salvador Dalí

Avesso ao glamour do universo artístico-cinematográfico, Disney foi apresentado pelo amigo Jack Warner ao casal Salvador e Gala Dalí durante uma das poucas festas a que compareceu. A partir desta ocasião, Dalí e Disney iniciaram uma amizade alimentada pela arte.
Disney era fascinado pelas técnicas modernas de arte e as havia experimentado em 1939, na sequência abstrata de “Fantasia”. Assim, propôs a Dalí uma parceria. O trabalho do pintor era preparar seis minutos combinando animação a dançarinos ao vivo e efeitos especiais para um filme no mesmo formato de “Fantasia”.
Como trilha, Disney planejou usar “Destino”, uma balada romântica do compositor mexicano Armando Dominguez, interpretada pela cantora e dançarina sul-americana Dora Luz. A palavra “Destino” entusiasmou Dalí, que começou a criar desenhos imaginativos, selvagens, para ilustrar suas emoções.
Dalí descrevia a futura obra como “uma exposição mágica do problema da vida no labirinto do tempo”. Já Walt dizia que “Destino“ seria “apenas uma simples história sobre uma jovem garota em busca do verdadeiro amor”.
John Hench foi chamado para ensinar a Salvador Dalí a técnica de animação Disney. Gala, esposa e musa, frequentemente acompanhava Dalí ao estúdio para inspirar, interpretar ou apenas observar o marido.
Enquanto isso, Dalí e Hench criavam uma nova técnica, combinando surrealismo e animação, um método inspirado pelo trabalho de Freud no subconsciente e na inserção de imagens ocultas duplas no trabalho de arte. Dalí apresentaria uma imagem que o espectador reconheceria como sendo uma coisa e, lentamente, forçaria o espectador a visualizar formas estranhas na imagem, revelando algo completamente diferente.
Disney queria que a animação deixasse de ser coisa de criança e se tornasse de vez uma forma de arte.
Após consumir cerca de 9 meses de trabalho da dupla, o projeto foi cancelado devido a problemas financeiros. “Destino” ficou engavetado até 2003 quando Roy Disney, o sobrinho de Walt, resolveu aproveitar a canção-tema na voz de Dora Luz, os rascunhos da história e uma série de 15 pinturas originais de Dalí para concluir o trabalho.
25 pessoas retomaram os storyboards originais. Roy dirigiu a animação seguindo algumas orientações de Gala Dalí e de John Hench.
Premiado como Melhor Curta nos festivais de Melbourne (Austrália) e no Rhode Island Internacional (EUA), o resultado é uma obra incrível, com a marca da genialidade de Disney e de Dalí.

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Músicas

John Lennon

08/12/11

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Postado por Dane Gomes

http://www.fcsbempensado.blogger.com.br/musicas_cabecalho_fcs.gif

Não adianta ser o vencedor do American Idol se você não é capaz de emocionar. John Lennon não tinha a voz mais afinada do mundo. Porém, era cheio de sentimentalismo e melancolia. Com um descomunal conhecimento da mente humana ele criou temas de choros, sorrisos e arrepios.

Existem composições assim, que somem com todos os problemas da vida por quatro minutos. Músicas que você sente ciúmes quando quer conquista-lá. Músicas que você ouve num sábado à noite, sozinho, curtindo uma solidão que parece aceitável com aquela trilha.

John Lennon tem uma para cada momento.

08.12.11: 31 anos de um mundo menos poético e engajado.

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